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 Brinquedoteca

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Belle L. Constantine
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MensagemAssunto: Brinquedoteca   Sab Ago 08, 2015 9:16 pm

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Belle L. Constantine
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Qua Ago 12, 2015 2:52 pm





O papai voltou...

Três minutos depois, entravamos na mansão de minha família. Durante todo o caminho fui falando para meu esposo sobre como estava minha vida, que era diretora de Hogwarts e professora agora, que tinha adotado Manuela quando seus pais morreram, e com risos, contei sobre as tentativas das meninas de matarem meu gato. Logo ao chegar na sala, ouvi gritinhos infantis não tão longe, e fui andando pelo lugar, os barulhos de brincadeiras e vozes infantis aumentando enquanto me aproximava da brinquedoteca. Chego na porta, que estava encostada, e olho para Nath, um sorriso iluminando meu rosto - Elas provavelmente estão ai...- Com a mão no trinco da porta, respiro fundo algumas vezes, pensando o que dizer para as meninas. No fim, balanço a cabeça e apago tudo o que pensava, pois esta era uma ocasião especial e sem explicaçoes. Abro a porta, e como imaginado, encontro Manuela, Lily e Aury brincando, agitadas como sempre. Nath estava atrás da porta, onde ele poderia vê-las mas elas não, já que estavam mais afastadas - Meninas! Oi... Tudo bem minhas pequenas?- Começo a falar sem jeito, e mordo o lábio inferior - Bem, nem sei como dizer isso... Mas... Nós temos visitas. - Digo sem revelar a grande surpresa para elas, apenas adiando o momento estranho que seria, já que não sabia como regairiam. Abro a porta totalmente, deixando Nathaniel entrar no lugar repleto de brinquedos, e espero enquanto ele olha atentamente as crianças. Sabia que logo as perguntas viriam, e quanto Lily pergunta quem era o rapaz presente, sorrio, olhando para o rosto de cada uma - É Nathaniel.- Arrumo minha postura, olhando agora para Nath - É seu pai. -
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Lillian Constantine Cohen
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Qui Ago 13, 2015 6:31 pm


Como? Que? Cuma?

Não gostei nada da ideia da minha mãe não tá em casa, eu queria aprontar uma e queria já, fiz cara feia com a ideia de me comportar, já que eu só faziam alguma quando tinha gente grande por perto. Mais bem resolvi seguir a ideia da minha irmã mais velha de irmos brincar um pouco, saímos da sala em direção a brinquedoteca, lá tinha vários brinquedos trouxas e bruxos, era um lugar encantado para qualquer criança. Chegando lá entramos e logo fui pegar as bonecas de frozem, meu filme trouxa favorito, mais guardei a bomba que estava no bolso do meu casaquinho, eu não esqueceria a ideia tão fácil. – Leli gol, leri goooollll- Cantava com a boneca da Elza na mão enquanto minhas irmãs riam de minha atuação infantil, até que a porta se abre e vejo minha mãe mais ela não tinha aberto a porta toda, nem entrado direito, isso era sinal que tinha alguém lá. Tentava me esquivar um pouco para ver, mais sem sucesso. E minha mãe começa a falar. – sin mamã, bisitas? É minha dinda? Diz louigo tem é olas.- respondo e faço a pergunta com os olhinhos brilhando mais ai ela abriu a porta e disse que era meu pai, nosso pai, franzi as sobrancelhas e apertei um pouco os olhos, não tinha como ser meu pai já que ele estava morto, ou tinha. Chego perto de minhas irmãs e cochicho no ouvido delas que assim que eu levantasse a mão corressem para a barraquinha que estava perto da gente. Vou perto dele e dou um chute em sua perna direita. – Num é não, papai moleu, e esse ai tem cala de fantasma naum.- falo com minha cara de mandona olhando o moço de cima a baixo, e vejo a oportunidade perfeita, levanto a mão e minhas irmãs correm para a barraca e eu solto a bomba e corro junto delas. Começo a rir mais sabia o quanto estava encrencada por aquilo, mais isso não me importava eu faço dessas coisas desde que aprendi a andar mesmo.



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Manuela Lenox Constantine
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Qui Ago 13, 2015 7:46 pm

Com as manas
Aurora, Lílian e Manuela estavam brincando. Cada um do seu jeito. Manuela adorava o jeito que sua maninha cantava. Ela adorava diversos desenhos trouxas. Mas estava com a Hinata na mão. Hinata é uma ninja do Anime/Manga do Naruto, sua personalidade parecia com a da garota, talvez por isto ela gostava tanto dela. Elas estavam rindo e brincando, até a porta abrir vagarosamente. Era Belle, mãe das meninas. Ela estava cautelosa o que isto aguçava mais ainda a curiosidade das três.

Manuela ficava na ponta dos pés, ora levava seu tronco para um dos lados para ver quem ali estava. Como assim era Nathaniel? Acho que todas elas ficaram meio com um pé atrás. Lílian falou no ouvido das meninas um plano. Manuela assentiu e falou baixinho - Combinado, as vezes com esta bombinha fica com uma cara de fantasma - Disse a garota rindo.

Quando o sinal dado elas correm para barracas rindo e brincando. Depois disto tudo Belle foi lá ver as meninas. Quando Manu viu a mãe dela só olhou com uma carinha de quem estava arrependida, mas não estava e falou - Oi mamãe, quero colo? -
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Aurora Constantine Cohen
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Qui Ago 20, 2015 1:57 pm

O Retorne de Quem Parecia Estar Morto.




Aurora chegou á brinquedoteca minutos depois de sua imã gêmea e a mais velha, carregava o pode te sorvete como sempre. –Aiti não vai ser a mesma coisa- Lily correu pegar as bonecas do filme trouxa favorito dela e a manu com a boneca de um filme dos desenhos de naruto. Aurora caminhou e rodopiou pela sala comendo o sorvete e foi para um canto. Apesar de ser menina ela gostava de brinquedos mais de meninos, como carrinhos, trem, avião, peão, bola. Não que ela brincasse só com esses brinquedos, mas se fosse para ela escolher entre um carrinho e uma boneca, claro que ela ficaria com um carrinho. A menina sento no tapete, deixou o pode te sorvete ao lado e pegou dois carrinhos vermelhos, sua cor preferida. Ela olhava de relance para as suas irmãs, até que começou a rir da irmã cantando e gesticulando com a sua boneca e voltou a brincar com os carrinhos, parando um pouco as vezes e comendo seu sorvete. Assim que ela escutou a porta do local abrir, parou de brincar e os olhos brilharam ao ver sua mãe ali. –Mamai.. Visitá? É tem?- Aurora era espoleta, mas tinha um pequeno problema, era muito observadora e não aceitava ordens fácil e nem ia para o colo dos outros sem conhecer direito. E a mãe falou sobre ser o pai dela e de sua irmã. Ela arregalou os olhos e ficou branca. Abri a boca para falar mas parecia que a voz não saia, até que consegui falar. – Papai? Mas Aurora naum tem papai, ele moleu quando Aurora elá Baby. Comu ele ta vivu?- Os olhos da menina ficaram lacrimejados antes dela chorar Lily falou para ela correr e se esconder, que ela ia jogar uma bomba. Aurora piscou e algumas lágrimas escorrem pro seu rosto e ela se virou e saiu correndo em direção a barraca, só que bem na porta ela mudou de ideia e se escondeu atrás da pilastra que contém livros nela, a pilastra ali perto da barraca. Ela escorou as costas na pilastra e foi sentando devagar e começou a chorar, abraçando os joelhos e com uma grande confusão em sua mente. Aurora sofria de um pequeno problema, ela tinha asma e quem tem asmas, ao recebe esses tipos de informações podem acabar entrando em um ataque de asma, mas não é só isso que causa os ataques de asmas. Aurora chorava, abraçadinha nos joelhos e repetia a mesma coisa sem parar. – Papai moleu, ele moleu, deixou eu, mamai e irmã. Papai moleu, ele moleu, deixou eu, mamai e irmã. Papai moleu, ele moleu, deixou eu, mamai e irmã. – Ela repetiu a frase três vezes até começar a entra em crise de asmas e puxar o ar com dificuldade e ficando vermelha. Ela nunca carregava a bombinha com ela, pelo fato de sempre sair correndo dos lugares e essa manhã, nem quando acordou, lembrou-se de colocar a bombinha no bolso. Até seu pote de sorvete que ela não largava por anda ela o abandonou, pelo choque que levou, pela noticia que sua mãe acabara de dar.

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Nathaniel Cohen
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Seg Ago 31, 2015 3:08 pm

Conhecendo as feras...
- - - > Momento único
Belle me dizia pelo o caminho sobre a sua vida, que agora ela era diretora de Hogwarts e professora, sorrio animado com a noticia, e que tinha adotado uma menina chamada Manuela, fiquei meio pálido com a noticia, pois daria muito trabalho cuidar de três meninas, eu nunca fugi de nenhuma responsabilidade, muito ao contrário sempre fui um homem responsável que sempre cumpria suas responsabilidades, quando ouço juntamente a Belle vozes de crianças vindo de traz da porta e então Belle me diz que provavelmente elas estariam ali dentro brincando, e então meu coração começou a bater mais forte, era o momento que eu tanto esperei, iria conhecer minhas filhas, eu sabia que não iria ser fácil, talvez a reação não seria a melhor possível, quando Belle abre a porta, ela as cumprimenta, e abre a porta completamente para que eu pudesse entrar então dei um passo a frente e fiquei olhando para as três em silêncio, quando uma das filhas cujo o nome era Lily pergunta quem seria eu, Belle logo tratou de dizer que era Nathaniel, e com postura Belle diz é o seu pai, sorri amigavelmente para ela esperando sua reação,quando a pequena diz que não era o pai dela, pois para ela assim como para Belle eu estava morto, era normal ela pensar dessa maneira até porque depois de anos eu aparecer era algo meio difícil de se acreditar, ela ainda disse que eu não tinha cara de fantasma o que me fez dar um sorriso brincalhão, ela logo fica me olhando de cima a baixo, algo tipico de sua mãe, pois Belle quando me conheceu pela primeira vez ainda na adolescência também havia feito a mesma coisa, levo um chute na perna e então sorrio para ela - Eu acho que merecia esse chute.- falo brincalhão, eu era um homem calmo sabia enfrentar todos os problemas com facilidade, Lily levanta a mão e vejo as outras duas correrem para traz de uma barraca que estava perto delas, quando Lily solta uma bomba e corre, não passou alguns minutos a bomba explode, percebo a reação de Belle furiosa sorrio para ela, e digo- Não se preocupe amor, ela só está brincando.- não queria ver minha filha de castigo, até porque ela era apenas uma criança, e crianças aprontavam, logo Belle foi até as meninas e Manuela a menina adotava por Belle, pediu colo, mais Belle meio que tentou não ceder ela e eu também sabia que ela estava fazendo isso para que não se prejudica-se mais logo depois Belle pega ela no colo, enquanto isso, algo me deixou muito preocupado era Aurora, a menina estava tendo um distúrbio era pelo menos o que parecia, ela estava atrás da pilastra, rapidamente me aproximei dela e vi que ela repetia várias vezes chorando que eu tinha morrido e que tinha deixado ela e suas irmãs e sua mãe, fiquei pasmo ao ver Aurora ter uma crise de asma fiquei sem o que fazer logo gritei o nome de Belle- Amor, acho melhor levarmos Aurora para o St Mungos para que um pediatra avalie ela, ela esta tendo uma crise muito forte de asma.- falei preocupado e esperando que Belle pudesse dizer alguma coisa.
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Belle L. Constantine
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MensagemAssunto: ã   Seg Set 07, 2015 1:40 pm





Tanta emoção


que falta até ar

Sim, esperava uma reação de estranhamento vindo de minhas filhas, mas não esperava que Lílian fizesse uma coisa daquelas - LÍLIAN! O que a mamãe já disse, pra não chutar as visitas??- Falo para a pequena pestinha que faz um sinal e corre com as irmãs para a pequena barraquinha depois de soltar uma bomba - Lílian Mikaela Lenox Constantine Cohen! Você está muito encrencada, mocinha! Pode se preparar para o castigo- Ah, cara de minhas meninas fazerem isso... Nathaniel tenta me acalmar, dizendo que ela só estava brincando - Ah, sempre estão brincando quando é hora de ir pro castigo...- Respiro fundo, me acalmando, e vou até a barraca ode Lily e Manu estavam, sendo que a mais velha logo veio até mim pedindo colo com uma cara de cachorrinho caído da mudança - Ai ai ai, Manuela. Já não basta Lily e Aura aprontando, agora a senhorita também vai tentar botar fogo na casa? - Falo, mas mesmo assim pego a menina no colo, deixando um beijo de leve em seu rosto. Ah, poderia parecer severa e tudo, mas não resistia as carinhas fofas de minhas filhas pedindo colo.

Nathaniel grita meu nome com um tom de urgência, e vejo que ele estava parado, olhando Aurora. Deixo Manuela cuidadosamente no chão, e me aproximo da outra filha rápido, ao ver que a mesma estava passando por uma crise de asma -AURORA!- Sem nem pensar, me aproximo da garota, sentando no chão e a pegando no colo - Ate lá a crise só se agrava, Nath... Aurora! Cade sua bombinha? - Provavelmente estava no quarto. Ela tinha o péssimo hábito de esquecer aquilo em qualquer lugar, e como ela não conseguia falar, uma das meninas fez isso por ela - Accio, bombinha! - Em pouco tempo, o objeto vem voando e para em minhas mãos. Imediatamente, ajudo Aury com a bombinha, e logo após ela inalar, sua situação vai lentamente melhorando.

Quando a menina já estava normal novamente, peço pra se acalmar - Filhinha... É seu pai sim, querida. - Falo calma, olhando para ela - Seu pai não morreu... Ele...- Olho para Nath, indecisa. Não podia dizer que ele estava escondido porque queria. Na verdade, ele não estava escondido porque queria mesmo; Estava escondido pois não sabia como seria nossa reação - ... Ele estava longe, pra que os homens maus não o encontrassem. E ele não podia vir aqui com a gente, porque senão os homens maus viriam também - Não era mentira. A cinco anos, comensais estavam perseguindo nossa família, e só agora que as coisas tinham voltado ao normal Nathaniel poderia ter voltado. Apesar de todo nosso sofrimento, me marido tinha feito a coisa certa - Ouviu? Agora ele não precisa mais fugir, ok? Vai poder ficar com a gente pra sempre... Não é, Nath? - Sorrio para ele, e deposito um beijo na testa de Aury. Aquela adaptação não seria tão fácil, mas tinha que acontecer.
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Qua Out 14, 2015 7:06 pm

Pequeno ataque

Sim eu ouvi o grito da mamãe e não, eu não me importava com isso, afinal era só chegar perto dela com uma carinha mega fofa e um bico super lindo e eu estaria perdoada. Eram esses os meus truques para driblar o castigo da minha mãe. Bem eu continuava escondida dentro da barraca tentando segurar o riso, pois eu já imaginava como ela devia estar vermelha de raiva, mais aí escuto a voz do intruso acalmando ela. – Não é porte ele acalmou ela que vou me render fácil.- Fecheia a cara enquanto falava para minha irmã mais velha, balancei meus lindos cabelos loiros e fui até a entrada da barraca ver a situação, e é a mamãe estava toda suja, mais o meu pai também estava, dei um sorrisinho de vitória que logo se fechou quando vi ele se aproximar da Aurora, franzi as sobrancelhas fazendo cara feia, se ele encostasse na minha gêmea ele ganharia muito mais que uma bomba de bosta na cara.

Enquanto tentava ver a situação a Manu passa por mim e vai até a mamãe que depois de dar bronca a pega no colo, rolo os olhos confirmando meu pensamento, se fizer carinha fofa está perdoada. Bem olho para o homem que segundo minha mãe era meu pai e vejo que ele tem ar preocupado e logo sua fala sai assim também, ele chama minha mãe que corre ao encontro deles então percebo que a situação não era boa, saio correndo da barraquinha e me aproximo, e então vejo a minha irmã estava tendo uma de suas crises, mamãe então logo conjura a bombinha dela e então a tenta acalmar, percebi que podia ser minha culpa e vou me afastando para o cantinho da sala silenciosamente, não por medo de levar bronca já que eu recebia pelo menos duas ao dia, mais sim porque era minha irmã assim me dava medo e vontade de chorar e se tinha algo que eu não gostava era que me vissem chorando.

Sentei encolhida próxima a parede e fiquei olhando para eles. – Auri tem que ficar boua, Auri tem que ficar boua. – Recitava essa frase como um mantra enquanto via que a situação estava se acalmando.



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Manuela Lenox Constantine
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Qui Out 15, 2015 7:13 pm

Aury esta bem?


Sim, Manuela usou o truque conhecido das meninas para livrar sua barra com a mãe. Cara bonitinha e uma leve manha e pedido de carinho. Funcionou e bem. Levou uma leve bronca que falou baixinho para sua mãe ouvir - Não colocamos fogo na casa mamãe - de fato as meninas ainda não havia colocado fogo na casa, não nesta semana e não ainda. Talvez hoje não aconteceria mais arte.

Aurora começou a passar mal e todos foram para ver o que estava acontecendo. Manu sabia que o melhor que ela podia fazer era se afastar um pouco para não atrapalhar a Belle e Nathaniel. Deus uns três passos para trás quando viu sua mana saindo de fininho dali. Manu caminhou até Lilian, sentou-se ao lado da mana e abraçou forte - Não fique triste Lily, mamãe vai cuidar da nossa maninha - a Loirinha estava bastante preocupada e recitava um mantra de proteção - Pode confiar que a mamãe da um jeito - reafirmou para ela mesmo e para sua irmã.

Manuela estava preocupada com a situação, mas não ia sair correndo esperneando para conseguir nada, não desta vez. A situação ali pedia calma, e apesar da pouca idade, a menina entenderá isto. Ajeitou os cabelos de sua mana, Lilian, para trás. E falou afirmando com ela - A Auri vai ficar boua, Auri VAI ficar boua - cruzou os dedinhos e ficou ali esperando a situação se resolver.



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Aurora Constantine Cohen
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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Seg Dez 07, 2015 9:07 am

Não gosto desse moço!




Não conseguia respirar direito o ar não chegava até os meus pulmões estava abraçada nas minhas pernas chorando e repetindo que meu pai tinha morrido. Logo o homem que mamãe dissera ser meu irmão se aproximou de mim bem na hora que eu ergui o olhar e tinha acabado de solta minhas pernas. Ele chamava a mamãe de “AMOR” e ela a mamãe costumava chamar eu e a Lilian de “AMOR”. Não conseguia segurar as lágrimas e se ele tentasse me pegar eu iria tentar fugir. Comecei a puxar a gola da minha blusa sem parar tentando respirar não fazia ideia de onde havia deixado minha bombinha para asma.

Mamãe não demorou de vir ao meu encontro e me puxou para seu colo onde eu a abracei na mesma hora chorando, com o rosto vermelho por causa da falta de ar. Olhei para a minha mãe e até abri a boca para falar que a minha bombinha estava no quarto e tinha esquecido pega-la quando desci correndo pra brinca, mas não conseguia pronuncio uma única palavra. Mamãe sendo quem era conseguiu fazer meu medicamento chegar a segundos. Com a ajuda dela segurei a bombinha e comecei a inalar o medicamento até rápido demais, as minhas crises não eram coisas que passavam rápido demorava um tempo para voltar ao normal e fazia duas semanas que eu não tinha tido um ataque desses.

Após um bom tempo inalando o conteúdo nos braços de minha mãe ela começa a conversa, fazendo me lembrar do cara que estava presente no local, o qual tinha me esquecido no momento que minha crise começou. Não queria saber o porquê dele esta ali, se tinha morrido ou não, a única ideia fixa na cabeça era que ele nos abandonou, abandonou minha mãe, eu e a Lilian. – num tenhu medu dos homens maus. Mamãe sempli potegeu a genti – já estava boa conseguindo falar e tudo, mas ainda não queria sair do colo da minha mãe. “Não precisa mais fugir?” Tinha um gênio forte e isso não era uma coisa só minha como da minha gêmea. Sorri com o beijo na minha testa, mas na mesma hora coloquei-me de pé e encarei-o de cima a baixo com o rosto fechado. – Voche num é meu papai!! Meu papai é colajoso e voche é colvadi, fugiu dos homens maus.. e.... – desviei minha atenção do moço para minhas irmãs e vi a Lili chorando. Era coisa de irmãs não conseguimos ver uma doente ou chorando que entravamos em um certo “desespero” querendo ajudar uma a outra. Corri na direção das duas, mas nem liguei de principio para Manu só para a minha gemia. Ajoelhei-me na sua frente e dei um sorriso que só dava para ela e para a mamãe quando queria vê-las sorrir. Olhei para Manu que entendeu o meu olhar de “Solta ela que quero abraça-la” uma coisa que eu era é ciumenta, principalmente com minha irmã gêmea e a minha mãe e desde que Manu chegou a casa isso ficou claro no primeiro dia quando mordi seu braço por abraçar a minha mãe, claro que fiquei de castigo por isso, mas o recado foi dado. Assim que Manu soltou a Lili, abraceia com força e dei um sorriso. – Num chola, eu estou bem... Só foi uma clise – eu já estava costumada a falar sobre minhas crises, não que elas não me assustavam quando acontecia, mas depois e falava delas como se fosse algo natural e na verdade era, já que eu convivia com ela desde pequenina. – Eu ta boa Lili, eu ta boa.. Só foi uma clise – Soltei minha irmã dando um beijo em sua bochecha e só depois de ver um sorriso dela que voltei minha atenção para Manu – Palabens Manu, voche cuidou da Lilian enquanto eu estava dodói – sorri e dei um abraça nela e beijei sua bochecha. – voche foi colajosa! E voche... – parei de falar quando Lili me braça e abraça a Manu também, um abraço só de irmãs, claro que a mãe ali seria bem vinda, MAS o homem que estava no local seria bom nem tentar chegar perto ou as coisas ira ficar bem feia.

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MensagemAssunto: Re: Brinquedoteca   Ter Dez 22, 2015 1:46 pm

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Via Belle desesperada por causa do ataque de asma que Aurora estava tendo, e o pior era que mesmo querendo ajudar Belle naquela situação eu não conseguia me mexer, pois sabia que o culpado de tudo isso acontecer era eu, a culpa era toda minha, escutava Lílian e Manu disserem que Aurora ficaria bem, e ao ver a mesma naquela situação não pude conter as lágrimas, mas tentei disfarçar, até que então Belle diz para mim seguir ela até o quarto de Aurora, olhei para cima por um momento e segui Belle, e Manu e Lílian também seguiram a mãe.
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